Vacinas para a covid-19: tudo que você precisa saber

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Jovem sendo vacinada contra a covid-19

Após muitas pesquisas e em decorrência de todo o impacto causado pela pandemia do coronavírus no ano de 2020, graças aos esforços da ciência, foram desenvolvidas diferentes vacinas, que diferem em seus constituintes, origens e números de dose.
Entretanto, todas visam à produção de anticorpos nos indivíduos contra o vírus causador da Covid-19. Atualmente no Brasil a vacinação contra a Covid-19 é totalmente gratuita, sendo coberta pelo SUS, o Sistema Único de Saúde. 

Por que tomar a vacina é importante


 Já são milhões de doses aplicadas no Brasil. O que se observa é que as vacinas são muito seguras e isso garante não somente a proteção individual, mas de toda a população.
Logo, quando você se vacina,
também está protegendo seus amigos, familiares e todos aqueles ao ‘seu redor, é a famosa “imunidade de rebanho”, que de forma análoga seria que, em uma população com uma alta taxa de imunizados, a taxa de transmissão do vírus é muito baixa, o que acaba protegendo indivíduos de contraírem a doença. 

Quais vacinas estão autorizadas no Brasil

  • Fiocruz/Universidade de Oxford/AstraZeneca
  • Instituto Butantan/Sinovac (CoronaVac)
  • Pfizer/BioNTech (Comirnaty)
  • Janssen Pharmaceuticals/Johnson & Johnson (Ad26.COV2.S)

Quem faz parte do grupo de risco e tem prioridade nas campanhas de vacina


O grupo prioritário para tomar a vacina para a Covid-19 são pessoas com:

  • Diabetes mellitus;
  • Pneumopatias crônicas graves;
  • Hipertensão arterial resistente;
  • Doenças cardiovasculares como insuficiência cardíaca, cor pulmonale, hipertensão pulmonar, cardiopatia hipertensiva, cardiopatia congênita de adulto, síndromes coronarianas, valvopatias, arritmias cardíacas, miocardiopatias, pericardiopatias, doenças de aorta, dos grandes vasos e fístulas arteriovenosas;
  • Próteses valvares e dispositivos cardíacos implantados;
  • Doenças neurológicas congênitas;
  • Doença renal crônica;
  • Imunocomprometidos;
  • Obesidade mórbida;
  • Hemoglobinopatias graves;
  • Cirrose hepática;
  • Síndrome de Down;
  • Doenças raras como lúpus, síndrome de Cushing, doença de Huntington, doença de Crohn, entre outras.

Além disso, idosos, grávidas, puérperas, lactantes e profissionais da área da saúde e da educação  também apresentam prioridade na fila de vacinação em relação ao resto da população.

Como faço para me vacinar


Procure informações  sobre a campanha de vacinação na Secretaria de Saúde da sua cidade! Em geral, os postos de vacinação são unidades básicas de saúde, escolas, postos e alguns hospitais.
Para tomar a vacina é necessário levar um documento de identificação e a caderneta de vacinação, e talvez alguns outros documentos para comprovar a existência de comorbidade, caso você tenha alguma!

A vacina nas escolas


A Prefeitura do Rio de Janeiro lançou um
programa de vacina nas escolas, visando aumentar o número de crianças vacinadas contra a covid-19.
Com a dificuldade de pais levarem os seus filhos a postos de saúde, a escola se torna o local ideal para as crianças tomarem a vacina e se imunizar. 
A vacina é obrigatória para as crianças, recentemente a justiça negou um pedido de uma mãe para que a filha pudesse frequentar as aulas sem o passaporte da vacina.
Com a baixa adesão da vacina em crianças, o governo deve ampliar as medidas que reforcem o programa de vacinação. 

O que fazer depois de estar completamente imunizado e por que há casos de pessoas que tomaram vacina e contraíram a doença


Mesmo após estar completamente imunizado, é recomendado por especialistas e cientistas que todos nós ainda continuemos a usar máscara, manter o distanciamento social, usar álcool em gel, higienizar as mãos e os objetos para evitar a circulação do vírus.
É válido ressaltar que a
função da vacina é reduzir o número de casos graves que poderiam causar a morte do indivíduo, e que mesmo após ter se vacinado, a pessoa ainda pode ser infectada pelo coronavírus, porém, é muito provável que ela apresente sintomas leves da doença, não chegando a ser hospitalizada.
Além disso, a contaminação pode ter ocorrido alguns dias antes da vacina ou logo nos primeiros dias após a aplicação da vacina, antes de desenvolver a proteção. 

Quanto tempo depois de tomar a vacina para ficar imunizado


Estima-se que o potencial máximo de proteção seja atingido cerca de duas semanas após a última dose  do esquema (uma ou duas, de acordo com o fabricante).

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