Psicotrópicos e seus riscos

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Um braço com comprimidos em cima da pele

O que são psicotrópicos ?


Para entender o que são os  psicotrópicos, devemos investigar o significado das palavras. A palavra psicotropismo vem da união das palavras “psique”, que se refere à mente e ao estado psíquico, e “tropismo”, que significa “ ter atração ou afinidade por”. Logo, as drogas psicotrópicas são aquelas substâncias que possuem afinidade pelo cérebro, alterando de alguma maneira o nosso psiquismo.

Os 3 tipos de psicotrópicos:


Os psicotrópicos são classificados em 3 tipos:
depressores do sistema nervoso central, estimuladores do sistema nervoso central e perturbadores da atividade do sistema nervoso central. Mas o que é o sistema nervoso central?

O sistema nervoso central, cuja sigla é SNC, é composto pelo cérebro e a medula espinhal, juntos eles comandam todo o sistema nervoso, por isso o nome “central”. praticamente todas as funções do nosso corpo são ordenadas e organizadas por meio de comandos. Logo, as drogas psicotrópicas se usadas de forma indiscriminada representam um risco para a nossa saúde uma vez que eles alteram de forma a aumentar ou diminuir quantitativamente ou qualitativamente a atividade do SNC, pois essas alterações podem resultar em distúrbios de funcionamento, o que pode gerar graves consequências para os órgãos, para a saúde mental e até mesmo provocar a morte, entre outros acidentes.

Depressores da atividade do sistema nervoso central:


Estes agem diminuindo a ação do SNC, logo, os usuários desse tipo de droga ficam lentos, aéreos, quietos, desligados, devagar e, muitas vezes, perdem o desinteresse pelas coisas.


Eles são representados por:

  • Álcool;
  • Soníferos ou hipnóticos (drogas que promovem o sono): barbitúricos, alguns benzodiazepínicos;
  • Ansiolíticos (acalmam; inibem a ansiedade). As principais drogas pertencentes a essa classificação são os benzodiazepínicos. Ex.: diazepam, lorazepam, etc;
  • Opiáceos ou narcóticos (aliviam a dor e dão sonolência). Ex.: morfina, heroína, codeína, meperidina, etc;
  • Inalantes ou solventes (colas,tintas, removedores, etc).

Estimuladores do sistema nervoso central:


O segundo tipo de drogas psicotrópicas são as que aumentam a atividade cerebral, ou seja, as estimuladoras do SNC. Elas atuam de forma a tornar o usuário hiperativo, mais “ligado”, agitado, “elétrico” e até mesmo sem sono. A exemplo podemos citar:

  • Anorexígenos (diminuem a fome). principais drogas pertencentes a essa classificação são as anfetaminas. Ex.: dietilpropiona, femproporex, etc
  • Cocaína

Drogas psicotrópicas perturbadoras do sistema nervoso central:


Já o terceiro tipo de drogas psicotrópicas, não atuam aumentando nem reduzindo a atividade do SNC, eles agem causando mudanças de forma que o cérebro não tenha um funcionamento normal, ou seja, o indivíduo fica com a mente perturbada. A exemplo podemos citar:

Perturbadores de origem vegetal:

  • mescalina (do cacto mexicano)
  • THC (da maconha);
  • psilocibina (de certos cogumelos)
  • lírio (trombeteira, zabumba ou saia branca)

 Perturbadores de origem sintética:

  • LSD-25;
  • “Êxtase”
  • anticolinérgicos (Artane® , Bentyl®)

O uso de psicotrópicos na adolescência:


Segundo o
artigo do hospital Santa Mônica, o uso de drogas pode apresentar diversos riscos para a saúde do adolescente, como diminuição da interação social, mau desenvolvimento da memória e entre outros. Contudo isso pode resultar em uma queda do desempenho escolar.

Logo esse problema não pode ser deixado de lado. Pois pode gerar uma preocupação para os pais, diretores, gestores escolares e para o próprio aluno. A beSafe desenvolveu uma plataforma de gestão de saúde que possibilita que diretores e responsáveis tenham acesso a informações de saúde de seus estudantes, por exemplo, quais alergias o determinado aluno têm, quais medicamentos o mesmo está tomando e entre outros.

Com isso a beSafe,irá facilitar a vida do gestor escolar a fim de minimizar situações desagradáveis. Com apenas alguns cliques, a instituição vai ter a opção de informações de saúde  dos alunos, consultar um time multidisciplinar de telemedicina ou até chamar a emergência.  Além do mais, oferecemos educação em saúde, favorecendo um ambiente escolar muito mais seguro e confiável. 

Mas todo psicotrópico gera dependência do usuário? 


A resposta é não necessariamente. A capacidade de gerar dependência de um fármaco é determinada por fatores como o mecanismo de ação droga, o metabolismo, o tempo de duração no organismo, a via de administração (oral, venosa, entre outros) e a quantidade administrada. Todavia, como eles atuam no SNC, eles têm sim um potencial de gerar dependência psicológica e física, portanto, o seu uso é controlado através de leis e medidas legais. 

Logo, a prescrição dos psicotrópicos é feita por meio de receitas de controle especial. Na embalagem dos psicotrópicos, haverá sempre uma tarja —  preta ou vermelha — que garante que sua venda será feita apenas sob prescrição e indica o risco de efeitos adversos. É válido lembrar que apenas profissionais autorizados e filiados aos conselhos regionais da área da saúde . Segundo a ANVISA, temos a seguinte classificação:

  • Notificação de receita A1 e A2 (amarela): entorpecentes.
  • Notificação de receita B1 e B2 (azul): psicotrópicos e psicotrópicos anorexígenos.
  • Receituário de controle especial (branco): outras substâncias, incluindo alguns ansiolíticos, antidepressivos, antiparkinsonianos, anticonvulsivantes e antipsicóticos.

No entanto, sabemos que nem tudo no Brasil possui uma fiscalização rígida, o que abre brechas para que determinadas pessoas consigam ter acesso aos psicotrópicos, e o pior de tudo isso é que elas acabam se automedicando.

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